Ailanthus altissima
árvore-do-céu, ailanto, espanta-lobos

Foto de Darkone (talk · contribs), CC BY-SA 2.5, via Wikimedia Commons
De crescimento rápido, alcançando quase dois metros por ano, é muito tolerante à poluição urbana e também indiferente ao solo onde é cultivada, entretanto é de vida curta, podendo subsistir por apenas cinquenta ou sessenta anos. Suas flores amareladas manifestam-se formando grandes cachos que surgem nos seus ramos pendentes.
Na China, de onde é originário, o ailanto tem uma história desde tempos remotos. Foi citado em um antigo dicionário chinês escrito no século 3 a.C. por suas possíveis propriedades curativas, sendo as raízes, folhas e cascas aproveitadas, principalmente como adstringente. A espécie foi levada da China para a Europa na década de 1740 e para os Estados Unidos em 1784. Em vários países é considerada invasora, pelo seu crescimento acelerado e a adaptação a qualquer tipo de solo, com raízes muito agressivas, pode causar danos aos esgotos e tubulações subterrâneas. Também rebrota rapidamente mesmo depois de ser cortada.

Foto de Jebulon, CC0, via Wikimedia Commons
Além de seu aproveitamento no paisagismo, a árvore do céu é hospedeira da mariposa Samia cynthia, que produz seda mais forte e barata que a da amoreira, embora com brilho inferior.
Sua denominação botânica deriva da língua indígena das Ilhas Molucas “ailanto” que é traduzido como: “pode alcançar o céu”.

Foto de Teresa Grau Ros from Barcelona, CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons
- Sinônimos estrangeiros: tree of heaven, ailanthus, varnish tree, (em inglês); árbol de los dioses, arbol del cielo, (em espanhol); ailante glanduleux, ailante, faux vernis du Japon, (em francês); götterbaum, (em alemão); albero del paradiso, sommacco falso, ailanto, (em italiano); gudaträd, (em sueco); chòuchūn, (em chinês).
- Família: Simaroubaceae.
- Características: árvore decídua.
- Porte: 20 a 35 metros de altura.
- Fenologia: inverno.
- Cor da flor: amarela.
- Cor da folhagem: verde escuro e bronzeadas quando novas.
- Origem: China, Taiwan, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Ilhas Molucas.
- Clima: subtropical/temperado.
- Luminosidade: sol pleno.








Esta planta, na verdade, deve ser combatida como uma praga, sendo que trata-se de invasora agressiva dos mais variados biomas mundialmente.
Olá Jorge,
É verdade, ela é considerada uma espécie invasora nas regiões de clima temperado, especialmente na Europa e América do Norte. Aqui, no Brasil, não achei registros sobre a agressividade desta árvore.
Abraços
Boa tarde Raul! Essa planta é encontrada no Brasil?
Boa noite Simone,
Sim, possivelmente a Fazenda Citra a cultive: Telefone: (19) 3451-1221 -https://www.fazendacitra.com.br/
Abraços