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Paisagismo e Jardinagem

Chloroleucon tortum

tataré, angico-branco, jacaré, jurema, vinhático-de-espinho, piteco

Foto de Siffert80, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons

Uma árvore com silhueta incomum, já que seus ramos são tortuosos, formando uma copa aberta. Muito parecido com o pau-ferro, mas com tronco canelado, descamante e marmorizado, desenvolvendo em qualquer tipo de solo. As flores brancas são similares com as da Calliandra haematocephala, atraindo abelhas, sendo interessante a colocação de colmeias perto desta árvore, para elas fazerem mel. Antigamente era classificada como Pithecellobium tortum.

Foto de FortBonsai, Public domain, via Wikimedia Commons

No paisagismo é aproveitado próximo de passagens, para poder contemplá-lo melhor e pode ficar isolado ou formando grupos, como foi usado por Burle Marx, no Aterro do Flamengo, ele, inclusive, o desenhou. Também pode ser visto um conjunto nos jardins da ESALQ. No Rio de Janeiro cresce espontaneamente nas regiões costeiras, em solos arenosos e pobres.

Foto de Barry Stock from Hollywood, Florida, USA, CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons

É multiplicada através das sementes, plantadas logo depois de colhidas em local sombreado e cobertas com uma camada leve de substrato fino.

  • Sinônimos estrangeiros: brazilian rain tree, (em inglês); tataré, tatané, tatan, espinillo, (em espanhol).
  • Família: Leguminosae.
  • Características: árvore caducifólia.
  • Porte: 6 a 12 metros de altura, com até 8 metros de diâmetro de copa.
  • Fenologia: primavera.
  • Cor da flor: branca.
  • Cor da folhagem: verde-escura.
  • Origem: Sul e sudeste do Brasil e Paraguai.
  • Clima: tropical/ subtropical.
  • Luminosidade: sol pleno.

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