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Paisagismo e Jardinagem

Pinanga kuhlii

pinanga

Foto de Forest & Kim Starr, CC BY 3.0 US, via Wikimedia Commons

Uma palmeira que é cada vez mais utilizada no paisagismo, assim como em vasos para ambientes internos, neste último caso alcança uma altura menor. Suas folhas pinadas são parecidas com as da areca-bambu (Dypsis lutescens) só que com folíolos mais largos. As flores são chamativas e atraem abelhas, mais tarde surgem frutos avermelhados, muito bonitos, ficando pretos quando maduros. Deve ser cultivada em um local com boa luz solar, porém sem os raios solares diretamente e preservada dos ventos.

Foto de David J. Stang, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons

Tenho no meu jardim dois conjuntos com três exemplares cada. O que está localizado na sombra sempre apresenta folhas sadias, já o que recebe sol, mesmo que de modo leve, mostra folhas um pouco queimadas nas pontas.

O nome do gênero é proveniente do malaio Pinang e kuhlii uma homenagem ao zoólogo e naturalista alemão Heinrich Kuhl (1797 – 1821).

Foto de David J. Stang, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons

É propagada pelas sementes, que demoram entre 3 a 4 semanas para germinarem e também por mudas que nascem ao lado da planta-mãe.

  • Sinônimos estrangeiros: ivory cane palm, Java pinanga palm, kuhl’s palm, (em inglês); palmera marfil,(em espanhol); elfenbeinrohr-palme, farbenfrohe palme, (em alemão); pinanga yashi, (em japonês).
  • Família: Arecaceae.
  • Características: palmeira entouceirada, com vários estipes.
  • Porte: 5,50 metros de altura.
  • Fenologia: primavera, verão e outono.
  • Cor da flor: amarelada.
  • Cor da folhagem: verde-clara e bronzeadas quando novas.
  • Origem: Indonésia, Java, Sumatra, Ilhas Andaman.
  • Clima: tropical/subtropical, não tolera o frio.
  • Luminosidade: meia sombra ou sombra.

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