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Paisagismo e Jardinagem

Selaginella kraussiana

musgo-tapete, selaginela

Foto de Daderot, Public domain, via Wikimedia Commons

Uma forração ideal para usá-la em locais onde as gramas não desenvolvem por causa da sombra, também pode ser aproveitada em jardineiras e vasos associado a outras plantas que prefiram a penumbra para crescerem. Suas folhas são diminutas, as raízes superficiais e formam um denso tapete em solos leves, com substrato de textura fina, mantidos levemente úmidos e sem necessidade de adubação. Não tolera temperaturas baixas, sendo adequada em todo o Brasil, menos na região Sul e nas zonas montanhosas.

Foto de Krzysztof Ziarnek, Kenraiz, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons

O musgo-tapete, onde é espontâneo, surge ao longo das margens de riachos, em penhascos úmidos, nas cachoeiras e nas florestas sob árvores. O nome Selaginella kraussiana é uma homenagem ao cientista, farmacêutico, viajante e colecionador alemão, Christian Ferdinand Friedrich von Krauss (1812 – 1890), que foi diretor do Museu de História Natural em Stuttgart. Ele coletou, na África do Sul, várias espécies de plantas que receberam mais tarde seu nome.

A multiplicação é feita pelos ramos que possuem raízes.

  • Sinônimos estrangeiros:  doradilla, siempreviva, (em espanhol); krauss’ spike moss, forest selaginella, spreading spike moss, mediterranean clubmoss, (em inglês); woud aarmos (em África do Sul).
  • Família: Selaginellaceae.
  • Características: herbácea perene, reptante.
  • Porte: 3 a 5 centímetros de altura.
  • Cor da folhagem: verde claro e luminoso.
  • Origem: Leste e Sul da África, Ilhas Canárias e Açores.
  • Clima: tropical/subtropical.
  • Luminosidade: sombra ou meia sombra.

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