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Paisagismo e Jardinagem

Flor do deserto

A Rosa do Deserto torna-se muito atrativa pela beleza das flores e a forma do caule

Flor do Deserto

A Rosa do Deserto (Adenium obesum), também chamada de Flor do Deserto, é uma planta perene e suculenta que produz deslumbrantes e grandes flores vermelhas e cor-de-rosa. Originária do Sul da África e da Península Arábica, torna-se cada dia mais procurada para ser cultivada no Brasil, onde tem atraído olhares e conquistado admiradores nas principais feiras de paisagismo e jardinagem do país.

Este arbusto suculento, com troncos muito grossos, apresenta folhas verdes brilhantes e ramos cinza lisos. Pode chegar a crescer até 3-4 metros de altura. As flores, que crescem em aglomerados, apresentam pétalas tubulares na base e extremidades alargadas. Reproduz-se melhor através de enxertos, uma que vez que a polinização não é muito eficaz. Ela cresce bem tanto em jardins exteriores, quanto em vasos para ambientes internos, quando se deve tomar toda a precaução com a drenagem.

A Rosa do Deserto torna-se muito atrativa pela beleza das flores, mas também pela forma pouco comum do caule muito desenvolvido na base, para que possa suportar fortes ventos e acumular água. Habituadas ao clima do deserto, também se adaptam e se desenvolvem bem em países tropicais. Ela necessita de plena luz solar e é tolerante ao calor. O solo deve ter drenagem rápida, uma vez que o apodrecimento da raiz e do tronco são doenças comuns.

Flor do Deserto

É recomendado fertilizar as plantas a cada duas semanas durante a primavera, especialmente quando as mesmas são jovens. Durante a primavera deve-se regar regularmente, mas durante o inverno o solo deve permanecer seco.

Normalmente esta planta irá florescer muito pouco tempo depois que é plantada, o que vai se repetir duas vezes ao ano, sendo a primeira na primavera e a segunda no final do verão ou começo do outono. De vida longa, a Flor do Deserto tem beleza realmente marcante, com apaixonados e colecionadores por todo o mundo.

Formada em Engenharia agronômica, pela Escola de Agricultura Luiz de Queiroz – ESALQ-USP e em Direito, pela Instituição Toledo de Ensino.
Tem pós graduação em Gestão Ambiental, pela ESALQ-USP e em Técnicas de Treinamento em Engenharia Agrícola, pela Sociedade Agrícola Alemã.
Desenvolve projetos de paisagismo, tendo experiência como proprietária da empresa Estado de Sítio Paisagismo, como professora universitária da disciplina e na direção de Horto Florestal , além de atividades de extensão na área ambiental e como colunista do tema.

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70 Comments

  1. MINHA ROSA ESTÁ COM O TRONCO UM POUCO AMARELADO O QUE FAÇO ME AJUDE

    • Andrea,

      Apenas com essa observação não consigo diagnosticar exatamente o que acontece com sua planta mas, em todo caso pode aduba-la com Forth Cote 14-14-14, trimestralmente até o outono.

      Abraços