Polianthes tuberosa
angélica, vara de São José

Foto de Eka Priatna, CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons
Ela surpreende pela fragrância de suas flores, que surgem profusamente nos finais de verão até o outono, emergindo de uma densa massa formada por folhas longas e finas. Seu perfume fica mais acentuado ao cair do sol.

Foto de Apurv013, CC0, via Wikimedia Commons
É muito adequada formando grupos como forração, complementando arbustos e igualmente popular como flor de corte, durando em um vaso até 14 dias, trocando a água diariamente.
Em épocas remotas, no México, os astecas extraíam o óleo essencial e o utilizavam dando um bom aroma ao chocolate. Hoje essa essência é usada na fabricação de perfumes. Em alguns países da Ásia é consumida em sopas, além de participar em rituais, como símbolo de pureza e de cura.

Foto de Conoce3000, CC BY 3.0, via Wikimedia Commons
O nome Polianthes significa “flor cinza” e tuberosa vem do latim “inchada” em referência ao sistema radicular.
É reproduzida pelos bulbos, que devem ser plantados, com a ponta mais fina para cima, em pequenos berços com cinco centímetros de profundidade e um espaçamento de dez centímetros entre plantas. A florada surge em cinco ou seis meses após o plantio.
- Sinônimos estrangeiros: polyanthus lily, (em inglês); nardo, azucena, (em espanhol); nachthyazinthe, tuberose, (em alemão); tube rosa, (em italiano); tubereuse, (em francês); omixochitl, (em nahuatl); ye lai xiang, (em chinês).
- Família: Agavaceae.
- Características: herbácea bulbosa.
- Porte: 50 a 70 centímetros de altura.
- Fenologia: outono.
- Cor da flor: branca.
- Cor da folhagem: verde brilhante.
- Origem: México.
- Clima: temperado/subtropical/tropical.
- Luminosidade: sol pleno.







