Hippeastrum puniceum
açucena, amarílis, beladona

Foto de Dinesh Valke from Thane, India, CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons
Este amarílis é espontâneo no Brasil e as flores são grandes e muito vistosas, sendo cultivada em canteiros, vasos e como flor de corte. Ocasionalmente pode ser atacada por lagartas.
O nome do gênero Hippeastrum significa “estrela de cavalo”, em grego e amarílis, deriva de Amaryllis, denominação cunhada pelo botânico, zoólogo e médico sueco Carl Linnaeus (1707-1778), em 1738, a partir do nome pelo qual a planta era conhecida pelos jardineiros. Amaryllis provem do grego, amarysso, podendo ser traduzido como “brilhar”; era o nome de uma das heroínas do poema Eclogues, do poeta romano Vírgílio, (70 a.C. — 19 a.C.), autor de Eneida.

Foto de Alejandro Bayer Tamayo from Armenia, Colombia, CC BY-SA 2.0, via Wikimedia Commons
A planta foi descoberta pela primeira vez durante uma exploração no lado chileno da cordilheira dos Andes em 1828. Desde aquela época, devido à sua floração singular, cresceu em popularidade, mesmo na Europa, onde também foi introduzida.
É reproduzida separando ou bulbos em torno da planta-mãe, no início do outono.
- Sinônimos estrangeiros: Barbados lily, easter lily, cacao lily, cocoa lily, amaryllis lily, (em inglês); azucena roja, (em espanhol); ippeastro, (em italiano); amaryllis, (em francês).
- Família: Amaryllidaceae.
- Características: herbácea perene e bulbosa.
- Porte: 30 a 60 centímetros de altura.
- Fenologia: final do inverno.
- Cor da flor: alaranjada, com o centro branco amarelado.
- Cor da folhagem: verde médio.
- Origem: Brasil, Peru, Bolívia e Argentina.
- Clima: temperado/subtropical (aprecia o frio).
- Luminosidade: sol pleno.







