Mabea fistulifera
mamoninha do mato, canudeiro, canudo-vermelha, piteiro, cafelinho, canudo de pito, leiteiro, leiteira preta, seringai

Foto de Alex Popovkin, Bahia, Brazil from Brazil, CC BY 2.0, via Wikimedia Commons
A árvore possui folhas simples, alternadas, com bordas serrilhadas, suas flores são pequenas, reunidas em inflorescências do tipo espiga, servindo de alimento para abelhas, borboletas, morcegos, aves e gambás e os frutos secos se abrem quando maduros, com sementes pequenas e redondas. Geralmente cresce bem em solos pobres e arenosos, sendo resistente a ambientes mais secos e abertos, como o Cerrado.

Foto de Alex Popovkin, Bahia, Brazil from Brazil, CC BY 2.0, via Wikimedia Commons
A espécie é frequentemente utilizada em projetos de reflorestamento e recuperação de áreas desmatadas, especialmente em áreas de Cerrado e Mata Atlântica, graças à sua capacidade de se adaptar a diversos tipos de solo e climas, auxiliando na recuperação do solo e da vegetação. Apesar de não ser muito utilizada com foco decorativo, a Mabea fistulifera tem uma copa densa e uma forma atrativa que pode contribuir para a composição de jardins de aparência naturalista, com um visual mais rústico e integrado à natureza local.
As sementes devem ser plantadas em recipientes individuais ou em sementeiras, cobrindo-as com uma fina camada de substrato. Também a planta pode ser propagada por meio de estacas. Isso é menos comum na natureza, mas pode ser feito em viveiros ou laboratórios para obter novas mudas.
- Sinônimos estrangeiros: fire-stick tree, snake-tree, (em inglês); palo de canuto, álamo de pito, (em espanhol);
- Família: Euphorbiaceae;
- Características: árvore decídua;
- Porte: 4 a 12 metros de altura;
- Fenologia: janeiro a abril;
- Cor da flor: rosada;
- Cor da folhagem: verde escuro;
- Origem: sudeste, norte, nordeste, centro-oeste do Brasil;
- Clima: tropical/subtropical;
- Luminosidade: sol pleno.







