Dombeya spectabilis
astrapéia, árvore-do-mel
Uma Dombeya menos conhecida no Brasil que a famosa D. wallichii, mas merece atenção no paisagismo pela folhagem grande, floração delicada e capacidade de atrair abelhas, ela é interessante para áreas onde se deseja uma espécie tropical de aparência exuberante, mas sem a imponência de grandes árvores de sombra. Na natureza aparece em florestas desde o nível do mar até aproximadamente 1.200 m de altitude.
As folhas são uma das características mais interessantes da espécie, elas são grandes, quase arredondadas e com margem sinuosa; podendo alcançar aproximadamente 18 × 13 centímetros. A folhagem dá à árvore um aspecto bastante tropical e proporciona uma textura diferente daquela das árvores ornamentais de folhas pequenas. As flores ficam reunidas em inflorescências, podendo alcançar aproximadamente 12 a 23 centímetros de comprimento e surgem quando a árvore está sem folhas, isso pode produzir um efeito muito interessante, porque a floração fica visualmente destacada contra os galhos.
Pode ser utilizada como exemplar isolado, especialmente em gramados ou áreas abertas. O gênero foi dedicado ao botânico, naturalista e colecionador de plantas francês Joseph Dombey (1742–1794).
Pode ser propagada pelas pequenas sementes, considerando que sua viabilidade cai rapidamente, sendo recomendável utilizar sementes frescas. Em condições adequadas, a germinação pode ocorrer em aproximadamente três semanas.

Stickpen, Public domain, via Wikimedia Commons
- Sinônimos estrangeiros: wild pear, maple-leaved dombeya, (em inglês); domrupani, (na Índia); umbihanyaka,
hafobalomena, (em malgaxe); - Família: Malvaceae;
- Características: árvore caducifólia de porte médio;
- Porte: 10 a 15 metros de altura;
- Fenologia: de dezembro a março;
- Cor da flor: branca ou rosada;
- Cor da folhagem: a face inferior é ferruginosa e a superior verde, com pêlos estrelados;
- Origem: leste e centro-oriental de Madagáscar;
- Clima: tropical/subtropical, não tolera geadas;
- Luminosidade: sol pleno.







