Símbolo da resistência
A Phoenix pode ser plantada em qualquer lugar do imenso país, com fácil trato cultural.

Conta a lenda que a fênix era o mais belo de todos os animais e simbolizava a esperança e a continuidade da vida após a morte. Revestida de penas vermelhas e douradas, as cores do Sol nascente, possuía uma voz melodiosa que se tornava triste, quando a morte se aproximava e, neste momento, construía uma pira de ramos de árvore da canela, em cujas chamas morria queimada. Das cinzas erguia se então uma nova fênix. Esta lenda da ave que renasce das próprias cinzas existiu em vários povos da antiguidade como gregos, egípcios e chineses. Em todas as mitologias, o significado é preservado: a perpetuação, a ressurreição, a esperança que nunca tem fim.

Para perpetuar nos jardins, temos o gênero Phoenix, que inclui cerca de 15 a 20 espécies de palmeiras. Elas são nativas do norte da África (das ilhas Canárias ao Senegal e através do continente até o Sudão) e de Creta e da Turquia, no sudeste da Europa e Oriente Médio até a China e Malásia (na Ásia do sul).
Também muito resistentes, como a ave lendária, podem ser plantadas em qualquer lugar deste nosso imenso país, com fácil trato cultural. Destacam-se duas delas, a Phoenix roebelenii e a Phoenix canariensis.

A primeira é menor, atingindo de 2 a 4 metros de altura e diâmetro do tronco em torno de 15 a 20 cm, razão pela qual muitos a chamam de mini-palmeira. Seus frutos, vinho-escuro, são apreciados por pássaros. É extremamente usada em projetos de paisagismo em todo o Brasil. Prefere sol pleno, mas pode ser cultivada à meia-sombra e até em interiores bem iluminados, inclusive em vasos. Resiste ao frio e frequentemente é utilizada em decoração de interiores.
A segunda (Phoenix canariensis) tem maior porte, com altura de até 20 metros, e sua folhagem pode atingir até 5 metros de envergadura. É abundantemente usada como planta ornamental nas regiões temperadas de toda a Terra, tendo como limite as zonas onde a temperatura mínima não desça abaixo de -10 ̊C. Também é extremamente resistente ao vento, à salinidade do ar e da chuva, pelo que pode ser utilizada em zonas ventosas de beira-mar. Em uma das fotos desta matéria, podemos observá-las num jardim, no Catar.
O uso destas palmeiras no paisagismo valoriza muito o ambiente. No entanto, a orientação técnica é fundamental, para que o resultado seja satisfatório.








Olá ! Desculpe mas pensei q era um comentário do Raul… só relendo percebi ser de outra pessoa… mas fica o parabéns e a sugestão p debater mais esse gênero Phoenix … tenho umas 50 Palmeiras dessas p vender no meu sítio … sealguem quiser (solar12@ig.com.br) e me interesso por sementes e mudas de palmeiras em geral…
Olá Raul ! Parabéns por comentar a Phoenix … tenho umas dessas no sítio … mas sugiro debater também a phoenix dactilifera, tâmara, que dá um saboroso e nutritivo fruto doce depois de seco (tipo desidratado etc) essa Phoenix dactilifera, é cultivada no Egito e Espanha e eu tenho feito algumas mudas… é muito bonita e sem os enormes espinhos. rsrs…
Boa noite!
Pois é…e a minha fênix está morrendo, está bem sequinha…não sei porque motivo. Será que é porque está num vaso? Ela gosta de muita água?
Ela estava num local num vaso num deck sem cobertura ao lado da cozinha e recebia sol mais na parte da tarde, mudei de lugar para uma varanda que tem cobertura, ou seja, depende da rega da caseira, mas ela cuida bem e coloca água de 2 a 3 vezes por semana. Recebe sol na parte da manhã e parte da tarde.
Se puder me orientar a respeito agradeço.
Obrigada,
Celi
Acho q a Phoenix não gosta de muita água e gosta de muito sol… as minhas estão na parte mais quente do sítio e cheias de cachos… ela me parece ser cultivada em locais deserticos inclusive…