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Paisagismo e Jardinagem

Mandevilla splendens

dipladênia, Mandevila, Jalapa-do-campo, Jasmim-brasileiro, Tutti-frutti

Mandevilla splendens

Seu nome mais popular se origina de duas palavras gregas: diplos que significa duplo e aden que quer dizer glândula; por causa dos dois órgãos que produzem as secreções levadas até o ovário da flor. As folhas surgem em posição oposta ao longo das hastes que se prendem em qualquer lugar que lhes permita crescer. As flores, assemelhadas com trombetas, tem suas bordas dobradas para trás, abrindo nos entremos dos ramos em grupos de geralmente três ou quatro flores de grande tamanho, ultrapassando, as vezes dez centímetros de diâmetro. Preferem umidade alta e é tolerante aos ventos marítimos sendo aconselhada nos jardins costeiros.

No paisagismo pode ser utilizada para pergolados onde se busque uma sombra leve, já que não é uma espécie de grande densidade. Esta observação é importante porque muitas vezes são plantadas, em pérgulas, espécies de crescimento por demais vigoroso, que acabam por formar uma teia de ramos secos por baixo e uma boa florada quando contemplada desde fora. O que, digamos, não é muito atrativo para quem se refugia nesse ambiente procurando não apenas uma boa sombra mas, também, um local agradavelmente florido.

  • Sinônimos estrangeiros: mandevilla, pink allamanda (em inglês); dipladênia (em espanhol).
  • Família: Apocynaceae.
  • Características: trepadeira semi-lenhosa e volúvel.
  • Porte: Ramos de até 5 m.
  • Fenologia: Final da primavera, verão e outono.
  • Cor da flor: rosa com o centro amarelo e algumas brancas, vermelhas ou totalmente róseas.
  • Cor da folhagem: verde-escura, com folhas elípticas e coriáceas.
  • Origem: Sudeste do Brasil.
  • Clima: subtropical (quente e úmido).
  • Luminosidade: Meia sombra ou sol pleno

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8 Comments

  1. Comprei uma recentemente e gostaria de saber sobre as regadas e moro em apartamento

    • Elisete,

      A Mandevilla splendens deve ser regada três vezes por semana, nos meses com temperaturas altas. Já no inverno e no outono deve diminuir as irrigações para uma vez por semana. Evite os encharcamentos, deixando a terra enxuta antes de molhar novamente. Um excesso de água pode ser danoso para a dipladênia.

      Abraços

  2. Olá Raul!
    Não tenho sucesso no cultivo das minhas dipladênias.
    Pouca brotação e difícil floração. Já tentei adubação química e orgânica, meia-sombra e sol pleno.
    Onde estou errando?

    • Olá José Carlos,

      As dipladênias precisam de solos bem drenados, até arenosos.

      Tente uma adubação com farinha de ossos, esterco de galinha e/ou farinha de peixe. Estes adubos são naturais e estimulam o crescimento, especialmente com um aumento de flores. Também pode aplicar o fertilizante Forth Flores, ele é indicado não apenas para promover floradas intensas, mas para propiciar crescimento foliar.

      Abraços

  3. Muito bom. Artigo simples, bom de ler, bastante informativo.

    • Muito obrigado pelo comentário, Odivan!

      Abraços

  4. Ola, tenho uma Mandevilla em um vaso que fica sobre um balanço de um galho da minha laranjeira.
    Trata-se de uma laranjeira muito antiga e me disseram que se ela se enrolar pela arvore poderia sufoca-la, é verdade em se tratando de uma especie delicada?

    • Acho difícil que isto aconteça, Erika. De qualquer modo observe o desenvolvimento dessa trepadeira e, por meio de podas, mantenha-a em um porte compatível com o tamanho da laranjeira.

      Abraços

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