Aeschynanthus radicans
planta-batom, flor-batom, columéia

Foto de geoff mckay from Palmerston North, New Zealand, CC BY 2.0, via Wikimedia Commons
A planta-batom é ideal em cestas suspensas ou vasos onde pode luzir seus ramos pendentes, também se adequa nos jardins verticais, mas sempre em locais sombreados, já que não tolera a exposição ao sol direto. Suas folhas, carnudas, são verdes e opostas, surgindo em hastes finas. As flores tem formato de trombeta, com perfume agradável, muito atrativas para os beija-flores.

Foto de Mokkie, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons
Os cuidados são simples, apenas não suporta a água muito fria nas regas e estas devem ser suspensas nos meses mais frios, porque não atura encharcamento. É ideal pulveriza-la levemente, todos os dias de manhã, com água quase morna no verão.

Foto de Forest & Kim Starr, CC BY 3.0 US, via Wikimedia Commons
Seu nome botânico vem do grego auschune, que pode ser traduzido como vergonha e anthos, significa flor.
É reproduzida pela divisão dos ramos e por estacas desses ramos na primavera.
- Sinônimos estrangeiros: achinanto, esquenanto, pintalabios rizada, (em espanhol); lipstick plant, lipstick vine, (em inglês); schamblume, (em alemão).
- Família: Gesneriaceae.
- Características: herbácea epífita.
- Porte: ramos pendentes de 80 centímetros.
- Fenologia: verão.
- Cor da flor: vermelha.
- Cor da folhagem: verde.
- Origem: Indonésia, Malásia, Java, Nova Guiné e Filipinas.
- Clima: tropical/subtropical.
- Luminosidade: sombra, meia sombra.







