Alstroemeria x hybrida
astromélia, lírio-dos-incas, carajuru, lírio-peruviano, lírio-de-lima

Foto de Acabashi, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons
Esta planta é um híbrido derivado da Alstroemeria chilensis e floresce com muitas cores praticamente o ano todo, mas com maior intensidade no verão, apresentando seis pétalas, bastante similares com os lírios, sendo visitadas pelas abelhas. Muito comum como flor de corte, é também interessante em canteiros formando bordaduras, assim como em vasos. É uma planta fácil de cultivar, não precisando de cuidados e tampouco muito exigente quanto a irrigação e fertilização. Quando cortada e posta em um vaso com água, sua vida útil é de cerca de duas semanas.

Foto de Acabashi, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons
Simboliza a amizade e é indicada para presentear um amigo ou amiga, celebrando o afeto com flores.
O nome do gênero foi dado por Carlos Lineu (1707–1778), homenageando seu amigo, o naturalista e botânico sueco Clas Alströmer (1736 – 1794), que coletou as sementes em uma viagem à América do Sul em 1753.

Foto de Martin Ely from Phoenix, CC BY 2.0, via Wikimedia Commons
É multiplicada pela divisão das touceiras, tomando o cuidado de que sejam acompanhadas pelas raízes.
- Sinônimos estrangeiros: astromelia, lirio del Perú, lirio de los incas, (em espanhol); ulster mary, (em inglês).
- Família: Alstroemeriaceae.
- Características: planta herbácea rizomatosa.
- Porte: 40 a 80 centímetros de altura.
- Fenologia: ano todo, mas com maior intensidade na primavera e verão.
- Cor da flor: vermelha, rosa claro, salmão, laranja, lil&aacut e;s, roxa, amarela e branca.
- Cor da folhagem: verde médio.
- Origem: sul do Brasil, Chile, Peru.
- Clima: subtropical/temperado. Não tolera geadas, porém aprecia o frio.
- Luminosidade: sol da manhã, meia sombra.







