Euphorbia ammak
candelabro-africano

Foto de Forest & Kim Starr, CC BY 3.0 US, via Wikimedia Commons
Com caules eretos e robustos, bastante ramificados, esta suculenta parece um cacto, mas não é, já que, diferentemente das cactáceas, sua seiva é leitosa, como todas as plantas pertencentes a família das euforbiáceas. As margens dela são sulcadas por espinhos de cor marrom, curtos e parecidos com chifres. Quando adulta soltam cachos com flores amarelas muito pequenas.

Foto de Forest & Kim Starr, CC BY 3.0 US, via Wikimedia Commons
Deve ser cultivada em solo arenoso e é apropriada em companhia de cactos e suculentas, em jardins rochosos, sendo regada, apenas, quando o solo estiver seco. A seiva leitosa causa irritação nos olhos, portanto deve-se tomar cuidado ao manuseá-la, por esse motivo é muito importante usar luvas durante o manuseio, já que pode irritar, inclusive, a pele.

Foto de Frank Vincentz, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons
O nome genérico foi dado em honor do médico grego Euphorbus, que cuidava do rei Juba II da Mauritânia (52 a.C. — 23).
É multiplicada por estacas nos finais da primavera e no verão, devendo ser tirada uma estaca da planta e deixa-la secar por dez dias. Em seguida pode ser fincada em solo arenoso.
- Sinônimos estrangeiros: candelabra spurge, african candelabra, (em inglês); candelabro africano, (em espanhol); candélabre africain, (em francês); euforbia, (em italiano).
- Família: Euphorbiaceae.
- Características: Planta escultórica suculenta.
- Porte: até 8 metros de altura.
- Fenologia: verão.
- Cor da flor: amarela.
- Cor da folhagem: verde azulado, pálido.
- Origem: Arábia Saudita, Iêmen.
- Clima: Semiárido, Subtropical, Tropical. Não suporta geadas.
- Luminosidade: Sol pleno.







