Pandorea jasminoides
trepadeira-de-arco, pandora

Foto de Forest & Kim Starr, CC BY 3.0 US, via Wikimedia Commons
Seu nome comum se refere ao fato de ser muito cultivada emoldurando arcadas, mas também cercas, grades e pérgolas, as flores grandes e perfumadas surgem em pencas. Há uma variedade “Alba”, com flores totalmente brancas. A trepadeira-de-arco expande raízes fortes e profundas, portanto não deve ser cultivada próxima de tubulações subterrâneas. As podas são aconselhadas, quando feitas após a floração, restringindo seu crescimento. É muito tolerante à poluição atmosférica, não sendo atacada por doenças ou pragas.

Foto de Yercaud-elango, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons
A classificação botânica Pandorea alude à caixa de Pandora, na Mitologia Grega, de onde saíram todos os males da humanidade, em referência a grande quantidade de sementes que os frutos desta trepadeira contêm, entretanto elas raramente são produzidas pela planta no Brasil.
É multiplicada por estacas de ponteiro nos finais do inverno.
- Sinônimos estrangeiros: bower of beauty, bower vine, bower climber, (em inglês); bignonia rosada, arbusto de pandora, (em espanhol); pandorea rampicante, (em italiano); bignone faux jasmin, (em francês); rosa laubenwein, (em alemão).
- Família: Bignoniaceae.
- Características: trepadeira semi-lenhosa.
- Porte: ramos com cerca de 4 a 5 metros de comprimento.
- Fenologia: ano todo, mas em maior quantidade na primavera e verão.
- Cor da flor: branca ou rosa claro com o fundo púrpura.
- Cor da folhagem: verde-escuro.
- Origem: leste da Austrália, Malásia, Nova Guiné e Nova Calcedônia.
- Clima: subtropical. Tolera frio e geadas leves.
- Luminosidade: sol pleno.







