Photinia x fraseri
Fotínia-de-folha-vermelha

Foto de Wouter Hagens, Public domain, via Wikimedia Commons
Originária do cruzamento entre duas espécies de fotínias asiáticas, a japonesa Photinia glabra e a chinesa Photinia serrulata, mostra uma silhueta muito densa, com boa aptidão para formar cercas compactas que impeçam a visão de olhares indiscretos . É muito comum no sul do Brasil, especialmente nas regiões serranas, também tenho visto a fotínia em Buenos Aires e é realmente surpreendente o efeito que propicia, com sua folhagem purpúrea e as flores intensamente brancas. Mais tarde os frutinhos são um alimento consumido pelos pássaros, que excretam as sementes e com os excrementos disseminam novas plantas.

Foto de Andy Mabbett , CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons
É um arbusto bastante resistente, que consegue evitar muitas das doenças ou pragas que afetam outras plantas. Entretanto, mesmo rústica, pode ver afetada por fungos, como a mancha foliar e o oídio, doenças que provocam manchas nas suas folhas, portanto não devem ser abusadas as regas.
O nome do gênero deriva do grego photeinos que podemos traduzir como brilhante e se refere às folhas reluzentes.

Foto de Père Igor, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons
No paisagismo luze em grupos ou isoladamente, sobretudo quando é contrastada com outros arbustos cujas folhas verde-claro ou variegadas darão um bonito espetáculo.
É multiplicada por estacas, postas para enraizar na primavera.
- Sinônimo estrangeiros: red tip photinia, Christmas berry, red Robin, (em inglês); fotinia, (em espanhol); photinie de fraser, (em francês); glanzmispel, (em alemão); fotinia di fraser, (em italiano).
- Família: Rosaceae.
- Características: arbusto lenhoso perene.
- Porte: de 2,50 a 4,00 metros de altura.
- Fenologia: primavera, início do verão.
- Cor da flor: branca.
- Cor da folhagem: vermelha quando nova e verde escuro mais tarde.
- Origem: China, Japão e norte da Tailândia.
- Clima: temperado/ subtropical serrano (tolera geadas).
- Luminosidade: sol pleno.







