Pterodon emarginatus
sucupira-branca

Foto de João Medeiros, CC BY 2.0, via Wikimedia Commons
As folhas são compostas e alternadas, com folíolos oblongos de bordas lisas ou ligeiramente serrilhadas e as flores são bastante vistosas, sendo muito procuradas por abelhas, pica-paus e beija-flores, devido à produção de néctar. Seus frutos são cápsulas levemente lenhosas, contendo uma semente grande, com uma pequena asa que facilita a dispersão pelo vento. A madeira da sucupira é muito resistente a cupins e outros insetos.

Foto de Maria Rita FN, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons
A sucupira-branca é bastante conhecida pelas propriedades anti-inflamatórias e analgésicas. O óleo extraído de suas sementes é utilizado no tratamento de dores articulares, dores de garganta, artrite, reumatismo e até como cicatrizante.
A espécie é usada em projetos de reflorestamento e recuperação de áreas degradadas, devido à sua adaptação a solos pobres e à sua importância ecológica no Cerrado, onde luze esplendidamente.

Foto de DiogoKanouté, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons
Sua propagação ocorre por sementes, que são dispersas naturalmente pelo vento ou manualmente para o cultivo.
- Sinônimos estrangeiros: : white sucupira, (em inglês); sucupira blanca, (em espanhol); suku’pira, (em tupi);
- Família: Fabaceae;
- Características: árvore perenifólia;
- Porte: de 8 a 16 metros de altura;
- Fenologia: setembro;
- Cor da flor: rosada ou lilás;
- Cor da folhagem: verde-claro ou levemente avermelhada quando novas, verde mais intenso e escuro quando maduras;
- Origem: nativa do Cerrado nos estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Tocantins, São Paulo, Goiás, Piauí e Mato Grosso do Sul;
- Clima: tropical/subtropical;
- Luminosidade: sol pleno.







