Sanvitalia procumbens
sanvitália, lavanda-algodão, margaridinha, margaridinha-rasteira

Foto de Ma. Eugenia Mendiola González, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons
Esta margaridinha é uma opção ideal para ser cultivada como forração em canteiros, formando maciços sob pleno sol, criando uma massa densa, onde suas flores, com 2,5 centímetros de diâmetro, se destacam atraindo abelhas, igualmente é perfeita em vasos suspensos onde seus ramos ficam pendentes, assim como em taludes. Requer solos arenosos enriquecidos com matéria orgânica e não é atacada por pragas ou doenças, podendo ser usada nos jardins de todo o Brasil, especialmente em áreas litorâneas, resistindo bem às secas prolongadas.

Foto de Kurt Stüber [1], CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons
Seu nome botânico homenageia Federico Sanvitali (1704-1761), professor, matemático e jesuíta, nascido em Brescia, Itália e o epíteto específico significa prostrado.
Sua propagação é feita por estacas enraizadas próximas à planta-mãe ou por sementes.
- Sinônimos estrangeiros: mexican creeping zinnia, dwarf sunflower, (em inglês), ojo de gallo, ojo de pollo, ojo de perico, ojo de loro, hierba del sapo, hierba de pollo, sanguinaria, vaquita, (em espanhol); sanvitalie, (em francês); husarenknopf, mexikanisches goldrandblümchen, (em alemão); zinnia messicana, (em italiano).
- Família: Asteraceae.
- Características: herbácea bianual.
- Porte: 10 a 15 centímetros de altura.
- Fenologia: ano todo.
- Cor da flor: amarela com centro castanho.
- Cor da folhagem: verde médio.
- Origem: México, Guatemala e América Central.
- Clima: tropical, subtropical.
- Luminosidade: pleno sol.







