Tillandsia caput-medusae
cabeça-de-medusa, planta-polvo

Foto de Arpingstone at English Wikipedia, Public domain, via Wikimedia Commons
Suas folhas são espessas, afiladas e encaracoladas, cobertas por uma penugem cinza. É comparada a Medusa, uma górgona da mitologia grega, que tem cobras como cabelos, muito parecidas com as folhas retorcidas da planta. Ela necessita de regas em dias alternados, na primavera e no verão, sempre na parte da manhã e preferencialmente como névoa, usando um pulverizador. Seu local de cultivo deve ser claro, sem a incidência direta de raios solares. Necessita de muita ventilação, isso garante a sobrevivência da planta. A adubação deve ser muito cuidadosa em doses baixas, nos meses mais quentes e espaçadas a cada 15 dias, com Forth Bokashi.

É uma boa opção quando grudada em árvores, para fixa-la use meias de nylon. Esse material é elástico, estável e respirável, por isso oferece uma boa firmeza para esta bromélia. Para isso basta cortar a meia em tiras horizontais com uma largura de 4 a 5 centímetros.
Seu nome genérico é uma homenagem ao médico e botânico finlandês Dr. Elias Tillandz (1640 – 1693).
É reproduzida lentamente pelas sementes e também pelas brotações laterais após a floração.
- Sinônimos estrangeiros: medusa’s head, (em inglês); planta pulpo, gallito, clavel del aire, (em espanhol); tête de méduse, (em francês).
- Família: Bromeliaceae.
- Características: bromélia epífita e perene.
- Porte: até 40 centímetros de altura.
- Fenologia: primavera e início do verão.
- Cor da flor: vermelha.
- Cor da folhagem: acinzentada.
- Origem: México até Panamá e Caribe.
- Clima: tropical/subtropical.
- Luminosidade: meia-sombra ou sombra leve.







