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Paisagismo e Jardinagem

O IPHAN tomba o Campo de Santana no Rio de Janeiro

É de festejar que, uma das maiores áreas verdes do centro do Rio, hoje com 122 mil metros quadrados, volte a ser protegida. O parque, projetado pelo paisagista francês Auguste Marie Glaziou entre 1873 e 1880, estava bastante abandonado desde a década de 1980, perdendo muitas figueiras e palmeiras imperiais, que existiam desde a denominação e reconhecimento pelo imperador D. Pedro II.

Associado à insegurança pela população carioca, com moradores de rua e usuários de drogas, o Campo de Santana está sendo revitalizado e desde o inicio do ano não são registrados assaltos. Lá podem ser contempladas 600 árvores de 85 espécies: Ficus religiosa, F. microcarpa, F. clusiaefolia, F. pertusa, F, canonii, F. afzelii, Cassia siamea, Gustavia augusta, Guazuma ulmifolia, Sapindus saponaria, Adansonia digitata e arbustos e herbáceas como, Aglaia odorata, Ceratozamia mexicana e o Anthurium crassinervium; orquideas como a Renanthera Coccinea e também as palmeiras de várias espécies: Roystonea borinquena, Chamaerops humilis e o Astrocaryum mexicanum formam o acervo florístico, além dos lagos, chafariz e a gruta (recentemente revitalizada).

Um ótimo lugar para passear, desfrutando da sombra acolhedora das vetustas árvores.

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