Aspilia montevidensis
malmequer, margaridinha-amarela, margarida-do-monte, olhos-de-sol, falsos-olhos-de-susan
Por vezes é confundida com a Sphagneticola trilobata (wedelia), outra forração amarela muito usada em jardins, mas essa é exótica e invasora a Aspilia montevidensis é uma alternativa nativa sul-americana, mais amigável para a biodiversidade local. De crescimento rápido, tem ramos finos, prostrados, ramificados, formando um denso tapete. Suas folhas são pequenas, pilosas, ovadas a lanceoladas, com uma textura áspera e as flores são parecidas com as das margaridas. O crescimento é rápido, formando uma cobertura densa.
É uma excelente forração indicada para taludes, bordaduras e maciços, podendo ser usada em cestas suspensas e jardineiras, onde seus ramos caem com efeito pendente. As flores atraem abelhas e borboletas e é uma boa opção para jardins de baixa manutenção, já que suporta calor e pouca água.
A reprodução é feita por estaquia dos ramos. Basta cortar segmentos com 10 centímetros de ramos jovens, retirar as folhas da base e plantar em substrato úmido. Ela cria raízes com facilidade, muitas vezes até quando um ramo em contato com o solo encosta e enraíza sozinho. Este é o método mais rápido e seguro para manter as mesmas características da planta-mãe.

Andrés González, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons
- Sinônimos estrangeiros: yellow trailing daisy, (em inglês); margarita rastrera, mal me quieres, (em espanhol);
- Família: Asteraceae;
- Características: herbácea perene;
- Porte: 20 a 40 centímetros de altura;
- Fenologia: primavera, verão, início do outono;
- Cor da flor: amarela com centro mais escuro;
- Cor da folhagem: verde médio a verde-escuro;
- Origem: sul do Brasil, Uruguai, Paraguai em áreas de cerrado e campos secos e Argentina, no nordeste e região dos Pampas;
- Clima: subtropical/temperado,
tolera frio leve, mas não geadas fortes; - Luminosidade: pleno sol.







