Barleria cristata
violeta-do-campo, barléria, violeta-asiática, violeta-arbustiva
Uma das plantas ornamentais tropicais mais versáteis e subestimadas do paisagismo. Ela forma um arbusto denso e arredondado, com folhas alongadas e ásperas. As flores são semelhantes a petúnias abertas atraindo abelhas e borboletas e no litoral ou Norte/Nordeste do Brasil, pode florescer praticamente sem parar, tolerando calor intenso, vento e até maresia, sendo ótima para o litoral.
Ela aprecia podas após a floração, quanto mais é podada, mais ela brota e floresce com maior abundância. É ideal para cercas vivas floridas, onde forma barreiras densas e coloridas, crescendo rápido.
Na Índia, onde a planta é nativa, é cultivada próxima a casas e templos, acredita-se que afasta energias negativas, sendo associada à proteção do lar. Em algumas regiões, plantar na entrada simboliza “guardar a casa contra o mal invisível”.
É propagada por estacas enraizadas rápido, basta cortar um galho e plantar, pega fácil.

Vengolis, CC BY-SA 4.0, via Wikimedia Commons
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- Sinônimos estrangeiros: bush violet, philippine violet, bluebell barleria, (em inglês); philippinisches veilchen, strauchveilchen, (em alemão); vajradanti, (na Índia); violeta filipina, barléria, violeta arbustiva, (em espanhol); violette des Philippines, barleria violette, (em francês); violetta delle Filippine, barleria, (em italiano); angkab, (em tailandês); philippine violet, (nas Filipinas);
- Família: Acanthaceae;
- Características: herbácea perene de longa duração e baixa manutenção;
- Porte: 80 centímetros a 1,50 metros de altura;
- Fenologia: quase o ano inteiro em clima quente;
- Cor da flor: roxa, lilás, rosa, branca e até azulada e branca;
- Cor da folhagem: verde médio a escuro;
- Origem: Índia, Sri Lanka e Sudeste Asiático;
- Clima: tropical ou subtropical (não tolera temperaturas baixas).
- Luminosidade: sol pleno.







