Erythrina herbacea
mulungu-anão, eritrina-vermelha-anã, mulungu-de-jardim
A planta tem um porte baixo e delicado, o que a torna ideal para jardins menores ou como componente de jardins de estilo tropical, suas flores vermelhas vibrantes atraem atenção e criam pontos de destaque em jardins, especialmente em canteiros ou áreas ensolaradas, é altamente atrativa para beija-flores, borboletas e outros polinizadores, o que ajuda a aumentar a biodiversidade no jardim.

Michael Wolf, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons
Pode ser usada em canteiros isolados, renques ou até em jardins de pedras, por sua capacidade de se adaptar a diferentes solos e ambientes. Em áreas urbanas, é uma boa escolha para jardins de baixa manutenção, pois tolera bem períodos de seca e solos pobres. O nome “Erythrina” vem do grego erythros, que significa “vermelho”, em referência à cor das flores.

Frank Vincentz, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons
Para sua propagação deve-se cortar ramos semi-lenhosos ou lenhosos de uma planta saudável, as folhas inferiores da estaca devem ser cortadas, deixando apenas algumas na parte superior para evitar perda excessiva de água. As estacas devem ser plantadas em substrato rico e bem drenado, mantendo o solo úmido. O enraizamento pode levar algumas semanas. O uso de hormônio enraizador pode aumentar a taxa de sucesso.

Michael Wolf, CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons
- Sinônimos estrangeiros: coral bean, cherokee bean, mamou plant, red cardinal, cardinal spear, (em inglês); frijolillo, colorín chico, (em espanhol); arbre corail nain, pois corail, (em francês);
- Família: Fabaceae.
- Características: arbusto caducifólio;
- Porte: 1,50 a 2 metros de altura;
- Fenologia: primavera, início do verão;
- Cor da flor: vermelha;
- Cor da folhagem: verde-escura;
- Origem: sudeste dos Estados Unidos e nordeste do México;
- Clima: subtropical/tropical;
- Luminosidade: sol pleno.







