Indigofera campestris
anileira-do-campo, anil-do-campo, índigo-do-cerrado, indigofera-do-campo, anil-de-gramado
É uma planta pouco conhecida na horticultura ornamental, mas de grande interesse botânico, ecológico e para projetos de restauração ambiental, especialmente em regiões de savana e campos tropicais. As flores são típicas das leguminosas, com formato papilionadas, pequenas e reunidas em racimos e atraem abelhas nativas e mamangavas. As folhas são compostas com numerosos folíolos pequenos e textura macia. Muitas folhas possuem fina pubescência que reduz a perda de água. É bastante resistente a seca, calor, ventos e solos pobres.
É excelente para recuperação de áreas degradadas, jardins de baixa manutenção, taludes secos e áreas de cerrado. Em ambientes sujeitos a queimadas naturais, costuma rebrotar vigorosamente graças ao seu sistema radicular profundo e adaptado às condições de estresse ambiental.
A reprodução é feita por sementes, elas apresentam dormência, por isso recomendo uma escarificação mecânica com lixa fina ou imersão em água quente (não fervente) seguida de repouso por cerca de 12 horas. A germinação ocorre em aproximadamente em 10 a 30 dias.

Kurt Stüber [1], CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons
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- Sinônimos estrangeiros: field indigo, (em inglês); añil de campo, (em espanhol); indigo des champs, (em francês); indaco dei campi, (em italiano);
- Família: Leguminosae;
- Características: herbácea perene;
- Porte: 10 a 30 centímetros de altura, sendo 30 centímetros um tamanho bastante comum;
- Fenologia: primavera, verão;
- Cor da flor: rosa-claro, lilás ou púrpura;
- Cor da folhagem: verde-acinzentada;
- Origem: no Cerrado do Brasil;
- Clima: tropical/subtropical,
semiárido; - Luminosidade: pleno sol.







