Vatairea macrocarpa
angelim-do-cerrado, angelim-amargoso, amargoso, amargosa, amargosinho, sucupira-preta, sucupira-amargosa, pau-roxo, passarinhão
Sua copa geralmente é ampla e densa, com tronco avermelhado, as flores são visitadas por 17 espécies de abelhas, seis espécies de borboletas, quatro espécies de vespas, por duas espécies de beija-flor e por outras aves.
Apesar de ser mais conhecida pelo valor da madeira, tem um ótimo potencial para uso nos jardins, especialmente em projetos com enfoque ecológico, sombreadores ou de recuperação ambiental.
A Vatairea macrocarpa se reproduz sexuadamente, por sementes, como a maioria das árvores da família Fabaceae. Os frutos são vagens lenhosas, grandes, que se formam após a fecundação e quando maduros, essas vagens caem no chão ou se abrem espontaneamente, liberando sementes, que devem ser lixadas com lixa fina em um dos lados até ver a cor interna, antes de serem semeadas. A germinação ocorre entre 10 e 25 dias.

João de Deus Medeiros, CC BY 2.0, via Wikimedia Commons
- Sinônimos estrangeiros: tigerwood, (em inglês); angelin rajado, madera tigre, madera listada, (em espanhol);
- Família: Leguminosae-Papilionoideae;
- Características: árvore decídua;
- Porte: 5 a 10 metros de altura, na mata nativa pode alcançar mais de 15 metros de altura;
- Fenologia: de julho a setembro;
- Cor da flor: roxa ou lilás;
- Cor da folhagem: verde escuro e brilhante;
- Origem: cerrado do Brasil, no Centro-Oeste, Nordeste, São Paulo e Mato Grosso do Sul, também ocorre em partes do Peru, Colômbia, Guianas e Bolívia;
- Clima: tropical/subtropical;
- Luminosidade: sol pleno.







