Árvore de Natal: Natural ou artificial?

Árvore de natal tradicionalmente decorado
A tradição de montar um pinheirinho, enfeitado no mês de dezembro, começou quando os primeiros cristãos chegaram na Alemanha. Lá se depararam com o costume de decorar uma árvore chamada de Yggdrasil, um freixo de folhas perenes que simbolizava o Universo, onde – segundo a mitologia nórdica – morava o deus Odin e sua esposa Frigg, junto com outras divindades. Contam que São Bonifácio, o evangelizador desse país, tomou um machado e derrubou o freixo, plantando em seu lugar um pinheiro adornado com maçãs e velas que representavam a tentação original e a luz trazida pelo Cristo para iluminar o mundo. Discussões sobre absolutismo à parte, a prática devotada no mundo cristão se tornou, há décadas, uma maneira de lembrar todos os anos o nascimento do Salvador. Mais tarde se agregou o costume de colocar, ao pé do pinheiro, presentes evocando São Nicolau ou os Reis Magos, dependendo do hábito de cada povo ou país.

Obviamente que um pinheiro natural representa melhor a tradição. Evocam, com sua fragrância, o espírito das festas; escolhe-lo já é de por si um festejo; ele é vivo e portanto possui energias únicas; passado o período festivo pode ser plantado e reaproveitado no ano seguinte ou, em último caso, pode ser reciclado, sendo biodegradável.

O artificial a pesar de, geralmente, não oferecerem perigo de incêndio e até serem vendidos com luzes incorporadas e outros adereços, não são recicláveis e tampouco encerram essa vivacidade que uma árvore natural emana. São práticos, sem dúvida, mas é isso que você procura nestas festas? Funcionalidade ou a alegoria de algo espiritual e piedoso?
De qualquer maneira acho que poderíamos lembrar o nascimento de Jesus de modo despojado, sem tantos adereços, talvez com uma ceia frugal composta por pães e um bom vinho, à luz de velas. A final de contas ele não nasceu de modo austero? Sim, foi em uma manjedoura, fazia frio e seus pais se alimentaram de verduras com lentilhas, pão de cereais com azeite e um vinho modesto.








Concordo!Eu não gosto de árvore artificial, também não gosto fé pinheiros! Estou no terceiro ano com a árvore feita com bambu môsso! Gosto da delicadeza, do bambu!
Oh Marilsa,
Isto que é celebrar um Natal sintonizado com a gente.
Parabéns pela sintonia com o lado genuíno do nosso Natal.
Abraços